Em praticamente todos os setores, as empresas já investiram pesado em tecnologia: cloud, ferramentas de BI, plataformas de integração, lakes, lakehouses e soluções de IA. O problema é que, apesar do investimento crescente, poucas organizações conseguem converter esse ambiente em impacto real no resultado.
O motivo raramente é tecnológico. Na maioria dos casos, o que falta é estratégia de dados.
Sem uma diretriz clara, dados deixam de ser ativo e passam a ser passivo: acumulam custo de armazenamento, demandam time para manutenção, geram relatórios pouco utilizados e ampliam riscos de governança e compliance. Em vez de sustentar decisões, tornam-se mais um centro de despesa invisível no orçamento de TI.
O custo invisível dos dados desconectados da estratégia
Quando dados são coletados sem um direcionador estratégico, surgem alguns sintomas clássicos:
- Dashboards que medem muito, mas explicam pouco
- Indicadores desalinhados com metas de negócio
- Equipes de dados sobrecarregadas com demandas reativas
- Baixa confiança na qualidade das informações
- Iniciativas de IA iniciadas sem base estruturada
Nesse cenário, o BI vira atividade operacional, não instrumento estratégico. O time passa a “produzir relatórios”, mas não necessariamente a arquitetar decisões. E a organização começa a questionar o retorno sobre investimento em dados.
O ponto crítico é que dados, por si só, não geram vantagem competitiva. Eles precisam estar conectados a prioridades claras, métricas estratégicas e responsabilização definida.
Estratégia de dados: da infraestrutura ao impacto no negócio
Uma estratégia de dados sólida não começa pela ferramenta — começa pela pergunta de negócio.
Quais decisões precisam ser melhores?
Quais indicadores realmente movem a performance?
Onde a empresa perde margem por falta de visibilidade?
A partir dessas respostas, estrutura-se arquitetura, governança, papéis e prioridades tecnológicas. Isso implica evoluir de projetos isolados para uma lógica de produtos de dados, com objetivos claros, donos definidos e mensuração de valor.
Nesse contexto, estruturas como um Data Office estruturado deixam de ser “comitês consultivos” e passam a funcionar como mecanismo de alinhamento estratégico, garantindo que dados sustentem crescimento, eficiência e mitigação de risco.
Quando há clareza de direção, os investimentos deixam de ser experimentais e passam a ser cumulativos. A arquitetura conversa com o negócio. A governança protege estratégia. A IA deixa de ser hype e se transforma em vantagem estrutural.
Empresas que tratam dados como ativo estratégico competem com base em inteligência. As que acumulam dados sem direção competem apenas com custo.
A diferença não está na tecnologia adotada, mas na maturidade estratégica com que ela é aplicada.
É justamente nesse ponto que a Target atua. Com uma abordagem consultiva e orientada a resultado, ajudamos empresas a estruturar sua estratégia de dados de forma integrada ao negócio, organizando prioridades, definindo responsabilidades, implantando Data Offices, evoluindo arquiteturas modernas e conectando IA a objetivos claros de performance. Mais do que implementar tecnologia, apoiamos a construção de uma base sólida para que dados deixem de ser custo operacional e se tornem uma alavanca consistente de vantagem competitiva.




